BEM-VINDOS, TIJOLINHOS!

Vamos construir juntos esse espaço de convivência e troca de figurinhas sobre artesanato, cinema, livros, decoração, filhos, jardinagem, horticultura e tudo mais de bom que possa surgir!


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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Na Riviera...

Mais precisamente num campo de treino de golfe no empreendimento denominado Aquiraz Riviera. A cidade de Aquiraz foi a primeira capital do Ceará e hoje é famosa por suas praias, especialmente Prainha, onde por várias vezes armamos acampamento com as crianças na virada de ano sobre uma jangada na areia.
Na foto acima, de uma série de várias que minha mana tem a autoria, estou curtindo o glamour do local em companhia de minha mãe, marido e filhote mais velho. Por lá sempre pintam equipes de tv tipo ESPN para registrar as tacadas das celebridades... Há uma área para visitantes e potenciais interessados em adquirir terrenos para construir, onde ficamos. À beira-mar a parte hoteleira do empreendimento está quase concluída. Coisa pra VIPS, ou, como nós, bem-relacionados, rs.
O traje não estava apropriado, mas dei umas tacadas para aquecer. Já conhecíamos (eu, marido, mãe e mana) e fomos novamente para meu filho conhecer. Estava um belo dia de sol e aproveitamos para posar e fazer charme para as câmeras...


Agora é a temporada dos ventos no Ceará! Muito sol e cajueiros florando... Se chuviscar são só as "chuvas de cajus" que costumam cair em setembro. Venham nos visitar!

Beijos,
Ed

sexta-feira, 23 de julho de 2010

NEWS - Família, passeio, decoração, artesanato, culinária...

Visitando meu sobrinho recentemente com minha mãe, demos de cara com outra visita: minha tia-avó Odorina. Ela tem 94 anos e ainda sacoleja pela cidade com seu fusquinha. Quando eu era criança adorava andar no carro dela, tão novinho e cheiroso. Pois é o mesmo, só não novinho e cheiroso... não sei, pois faz tempo que não entro nele. Na foto o dito cujo, a dona, mamãe, sobrinho e mano.

Férias, opções a rodo. Eu e mamis fomos para a Feira Mundial de Artesanato. Filhote preferiu ficar no shopping mas a filhota quis conhecer. Sinceramente? Nada muito especial. Algumas coisas realmente autênticas no meio de diversas quinquilharias que você encontra em qualquer lojinha chinesa... Tenho pouquinhas fotos do evento, do lanche que fizemos na tenda do Egito. A filhota se encantou com uma réplica de lhama em tamanho natural na barraca do Peru, só que eles cobravam dois reais por uma foto com o boneco. Ali o dinheiro voa, pois não aceitam cartão... Comprei pra ela um gorro da Bolívia e pra mim um presepiozinho do Peru. Eu e mamis rachamos um pastel egípcio (sambuksa) e um copo de suco de uva com água de rosas.


Na foto de divulgação essa bebida é servida numa taça bem bonita... Olha só a realidade!

Sambuksa: pastel comprido recheado de carne moída com castanhas e outros temperos, recoberto com gergelim. Bonzinho, mas não sou chegada a frituras. Esqueci de fotografar uma espécie de biscoito recheado com tâmaras e castanhas, coberto de açúcar de confeiteiro. A aparência era boa, mas o que comi parecia um pouco passado...

Ela feliz da vida com seu chapéu esquentador de orelhas.

Achei muito engraçado esse presépio com uma sagrada família peruana com cara de tédio e lhamas-carneiros com sorrisinhos irônicos... O menino Jesus de gorrinho achei fofo! As manchas de fuligem saindo das janelas devem-se à velinha que acendi dentro para ver o efeito. Da próxima melhor usar luzinhas elétricas mesmo.

Ganhei este leque de um tio que está de mudança e ainda não encontrei seu local definitivo, de maneira que ele está por enquanto acampado na varanda, que tem outros elementos orientais combinando.

Do tio também ganhei esses sapinhos folgados que se juntaram à fauna...

Ontem acordei com a macaca! Munida de restos e tocos de velas acumuladas, peguei a dica da companheira blogueira Sherol Vinhas e taquei a derreter tudo na panelinha em banho-maria.

As sujeirinhas ficam todas no fundo, aí é só despejar nos recipientes com os pavios.

Esses cacos bem escuros eram de um enfeite que os gatitos fizeram o favor de quebrar no meio de um circuito de pulos...
A cozinha foi tomada pela OPERAÇÃO RECICLAGEM DE VELAS!

Acrescentei essas antigas rosinhas flutuantes que perderam o pavio...


Checando com a escumadeira se tudo derreteu direitinho, se não há nenhum corpo estranho...

Agora é despejar nos vidrinhos de geléia. Percebam os barbantes amarrados num clips desentortado que serviu pra manter o pavio retinho.

O mais chatinho é enfiar o barbante nesse fundo de metal do pavio. Existem outros modelos desse círculo de metal feitos a partir de latas de óleo, que são mais práticos de prender.

Olha a fornada de uma manhã! As escuros e aquela com uns gravetinhos são as de canela!

Direto pro suporte de parede!

Aqui temos os potinhos adquiridos pela inspiração da mana, que agora está uma moça e cozinha pra caramba... As saladas dela são de dar água na boca, e ela é super-organizada, deixa tudo separadinho, no ponto de fazer!

Estes ingredientes eu comprei inspirada na dieta da Chantal, que está uma atleta novamente e deixa receitas incríveis pra quem quiser ir visitá-la e deixar um recadinho!

Esse post foi uma salada, não? É pra combinar com o final, rs.

Beijocas!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Mimos soft and hardware...

Lá se foi ele pro congresso e eu sorrindo por fora e pensando no niver do filhote... Mas não deixei de fazer minhas encomendas, mesmo sabendo que a prioridade eram as tranqueiras tecnológicas que o filhote pedira, a serem encontradas pros lados da Santa Ifigênia. Ingenuidade minha achar que ele encontraria na região da Av. Paulista formas para cupcakes, gradinha pra esfriar bolos e cortadores de biscoitos!

O primeiro mimo: adoro canecas! Capuccinos em alto estilo...

Combinando com o capuccino, a jaqueta transada, digna de SPFW, rs. Será que ainda garoa por aqui pra eu poder usar? Não, melhor deixar pro shopping em dia de pouco movimento. Amei!

TCHARAM! Tagarelei tanto sobre esse meu sonho que no final das contas atirei no que vi e matei o que não vi! Projetos e mais projetos a concluir, idéias a realizar, arestas a aparar e um namorido para agradar, paparicar, amolengar...

Acho que devo me ausentar agora... Até daqui a uns tempos, meninas!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Shopping "de coca"

Olê, olá! Direto do túnel do tempo... Neste dia que não me lembro, há uns dois anos, mais ou menos, eu e maridex fomos fazer umas comprinhas no centro. Estávamos malhando na época (percebam isso pelo nosso gestual malandragem, rs) e procurávamos, entre outras coisas uns shorts "maneiros" para a academia. Não vou mentir, sei que centrão é o lugar para se perder nas pechinchas (odeio pechinchar) e encarar caos, multidão, calor e outras mazelas! Simplesmente não curto esses percalços mas os enfrento vez ou outra em que me recuso a pagar uma fortuna num jeans para a filha ir na escola ou tenho que garimpar artigos mais em conta para a casa. Pela foto podem ver que estava de bom humor e não é pra menos, meu cabelo estava em ordem(hehehe), além de estar na melhor das companhias de aventuras:

Já sacaram porque se chama shopping "de coca"? Não? Pensem mais um pouco...
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De que forma conseguimos examinar as "peças" à venda?
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DE CÓCORAS!!!

Beijos para todos que curtem (ou necessitam de) um mercado popular!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Encontros e despedidas

Antiga estação central de trem. Acima lê-se "THERESINA".

Na semana santa viajamos para Teresina, capital do nordeste que não conhecia ainda. Fazia tempo que não viajávamos num feriado, pois não gostamos de encarar concorrência nas estradas... Mas a escolha foi correta, porque como Teresina não tem mar, a tendência dos moradores de lá foi sair da cidade no período, o que comprovamos pela fila extensa de veículos no sentido contrário. Nossa pista estava praticamente vazia, parecia que estávamos naquele filme IMPACTO PROFUNDO, quando a protagonista seguia para encontrar o pai, ignorando a multidão aflita que fugia na direção oposta à tsunami que se aproximava.

Além de ACADEMIA, rolaram QUEST e IMAGEM & AÇÃO. Reparem a janela fechada respingada...

Felizmente não rolou tsunami, mas as noites em Teresina foram chuvosas, algumas bem extremas, com direito a relâmpagos e trovões impressionantes. Deu pra sentir um friozinho, alguns até xales usaram pra se aquecer! Motivo para boas rodadas de jogos de tabuleiro acompanhadas de vinho e queijos...

Ponte metálica que liga Teresina ao Maranhão

Fomos maravilhosamente recebidos pelo cunhado e cunhada, que nos levaram a divertidos city-tours pela cidade, que é intensamente arborizada, banhada por dois rios e muito, muito limpa. De dia o calor é comparável ao de Fortaleza, nada tão terrível como se apregoa.

Monumento ao "Cabeça de Cuia", a lenda mais famosa, boa pra contar pras criancinhas antes de dormir... (tadinhas, contem não!)

Debaixo dos viadutos e pontes há intenso comércio de flores, transformando esses espaços normalmente sujos e relegados aos sem-teto em recantos atraentes, cheios de cor e vida.

A ponte estaiada impressiona...

A cidade foi planejada, é jovem e agora tem um marco, um ícone pra ninguém negar: a ponte estaiada Mestre João Isidoro França, uma estrutura impactante que trouxe um ar futurista à capital piauiense. Há um mirante de 95 metros no centro que infelizmente não tivemos a chance de conhecer, mas ficou agendado para a próxima vez. O retorno ao lar foi mais movimentado, pois atrasamos a saída e pegamos o trânsito de final de feriadão. Os últimos sessenta quilômetros foram lentos e cansativos, com toda a ansiedade de chegar, pois tínhamos o niver da sobrinha e da avó, que acabamos indo "naquele estado", sem passar em casa pra tomar banho nem nada, pois já estava muito tarde e o stress estava grande. Beijamos as aniversariantes, tiramos fotos, beliscamos alguns salgadinhos e "pegamos o beco", preocupados com nossos gatinhos e loucos pra pôr roupas limpas e esticar as pernas nos sofás... Graças que a casa estava em ordem e nossos mascotes também.

Elvira, muitas saudades...

O dia seguinte foi de tristeza com uma notícia inesperada: um acidente automobilístico tirou a vida de uma sobrinha do marido, que havia recentemente mudado para São Paulo. Com apenas 27 anos, ela faleceu juntamente com os sogros num acidente no interior do estado, após o choque com uma carreta tombada na estrada chuvosa à noite. A família toda está abalada e buscando forças para lidar com a situação de perda. Que a fé em Deus possa confortar os pais e irmãos de Elvira, e nos alivie a todos da saudade que ela deixa.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ônibus, barco, trem e telmo!



O terceiro dia era para descansar da correria do anterior. Ônibus na porta do hotel, pacote comprado na véspera. Depois soube que tudo podia ser feito via hotel: reserva de restaurante, de confeitaria, de show, de tudo. O passeio incluía city tour by bus, catamarã pelo rio Tigre, trem até San Isidro e a volta até o Obelisco. Nossa guia, jovem e simpática, NÃO FALAVA PORTUGUÊS, só inglês e espanhol, É FISK! Tudo bem, pensei. Mas ficava com aquele complexo de perseguição por ser brasileira... Passamos por outros hotéis apanhando mais gente para o passeio. Muitos gaúchos, percebia-se pelas térmicas com chimarrão.



Ainda paramos próximo à flor de Palermo para uma convenção de ônibus de turismo, alguma esquema organizacional deles. A guia apontava locais, monumentos, conversava sobre a história do lugar, brincava um pouco como de é praxe entre os guias.


Os filhotes absorveram lindamente as informações históricas...

Chegando à cidade de Tigre, embarcamos num catamarã de dois andares e pudemos apreciar a paisagem da cidade de veraneio, repleta de residências estilosas e clubes, todos voltados para a prática de esportes aquáticos.


Meus meninos e a guia Yanina.

Por lá o forte também era o Parque de la Costa, parque de diversões na beira do rio e LOTADO. Domingão, o que se podia querer? Nesse nem pisamos, estava fora do pacote. E eu nem sonhava em enfrentar filas naquele calor...



Próxima etapa, o trem. Grande decepção. Tinha ouvido falar em passeio histórico, algo assim. Vimos somente os fundos das casas dos veranistas, muito mato e nada de explicações de nossa guia... Enfim, ao menos éramos levados, não andávamos.


Trem melhor que o de Maracanaú, claro. Chegada, San Isidro. Estação bonitinha, estilo meio alemão. Lojinhas, restaurantes, nada especial.


A guia falou em meia hora até a partida. Nos preocupamos em comer, e rápido. Acabamos traçando hambúrgueres de llomito (filé) e gaseosas, morrendo de medo de nos atrasarmos e perdermos o ônibus. Foi aí que entrou a ignorância de castellano... A guia havia mencionado uma catedral, mas não absorvi as demais informações: defronte à estação em que estávamos nos entupindo de pão e carne, rolava uma feirinha de antiguidades e, escondida atrás de densa vegetação, havia uma bela catedral, na subida de um morro. Podia ter deixado o rango pra lá e ter ido explorar isso...


Ainda subi às pressas e dei uma vislumbrada no local, com barraquinhas com artesanato em pedra, porcelanas centenárias e outras preciosidades. Danada com a buzina do ônibus, me conformei e partimos de volta ao que pensei que seria o hotel, mas nos deixaram somente no Obelisco, a uns dois quarteirões. O tempo fechou e veio a chuva, pra completar. Nos abrigamos no MacDonald's e tomamos sorvete enquanto o temporal troava. Após um breve descanso no hotel, partimos só eu e Di para um rolé nas proximidades. Os famosos cartões postais: Casa Rosada, Plaza de Mayo, Café Tortoni...


Después nos arrumamos para a ida a San Telmo, local famoso pela feira de antiguidades e pela boemia. A falta de entusiasmo da filha adolescente levou a um atraso fatal que impossibilitou a visita à feira, que se encerrou antes que chegássemos.

Imagem do Google, do que perdemos...

Nos restou contemplar os frequentadores dançando tango na praça, mas sem salamaleques ou arroubos sensuais: o tango de raiz, poderia-se dizer. Aquele ambiente noir velha-guarda, mesclado com jovens hippies embebedando-se (a tchurma lá curte sair com garrafonas de cerveja, vinho ou refri e se instalar nos points, nada charmoso). A pergunta soa: "Onde comer?" Nos viramos pro primeiro lugar próximo à praça, por fora até atraente, mas meio derrubado por dentro. Já enjoada de tanta carne, arrisquei um ravióli de salmão com molho de mariscos, que estava uma delícia(pena a porção minúscula). Por lá experimentamos também as muriçocas portenhas, bem famintas... Caminhamos um pouco atrás de um táxi e deixamos a meninada no hotel para dar mais um rolé na night sem olhares de tédio e reclamações.

Cervejinha e bate-papo antes de cair na cama...

Até a próxima, hermanos!