BEM-VINDOS, TIJOLINHOS!

Vamos construir juntos esse espaço de convivência e troca de figurinhas sobre artesanato, cinema, livros, decoração, filhos, jardinagem, horticultura e tudo mais de bom que possa surgir!


terça-feira, 2 de março de 2010

CHEGUEI!


Oi, eu sou o ESPETO! Por quê meu nome é esse? Porque adoro me esconder dentro da churrasqueira... Fui adotado primero pela Suzan (que no começo achava que eu era fêmea e me chamou de Valentina), e como ela já tem 4 cachorros, duas gatas e um periquito, precisei de uma nova família com um zoológico menor. Agora eu moro com os Meiras, que têm um "companheiro" pra mim, o Teco. Ele ainda não me aceitou direito, mas está tentando. Temos uns quatro anos de diferença, daí a dificuldade. Ele ainda se acha muito "gato" pra ser meu tiozão... A coelha, a Holly, também está meio desconfiada. Acha que vou bagunçar o coreto dela, pois sou muito curioso e não perco a chance de entrar na gaiola quando ela sai pra tomar a fresca no azulejo! Tenho que respeitar pois é a anciã do zoo, com uns oito anos! As duas jabotas, Tutu e Blastoise, estavam muito apertadas na antiga casa... Nem cheguei a conhecê-las, pois a Suzan resolveu que pra compensar a saudade que teria de mim e de minhas duas irmãzinhas que também serão adotadas, nada como bichos novos, de preferência resistentes a dentadas de cachorros! Resultado: No dia que cheguei nos Meiras, as cascudas foram pra Suzan, e lá vão morar com o Otto, o cachorro mais novo da casa, até terminar a reforma que estão fazendo no quintal. Aí elas irão ter um terrenão daqueles pra passear e se enterrar quando quiserem. Pois é, quando vierem me visitar, eu vou avisando: cuidado onde pisam, humanos! Sou pequenininho e magrinho, apesar de comer como um leão... Minha cor é difícil de notar à noite, portanto, mais cuidado ainda nesse horário. Meu novo dono já cortou minhas unhas, mas elas ainda são bem fininhas, danadas pra arranhar sem querer. Já estou vermifugado e tomei banho de algodãozinho molhado, de forma que posso receber carinhos sinceros. Por enquanto estou morando nos fundos, pois ainda não sou castrado (ai!) e não conheço bem meus limites, podendo incomodar os vizinhos e demarcar território onde não devo... Como ainda sou leite ninho, todo mundo tem muita paciência comigo, e eu REALMENTE tomo leite com minha ração sequinha, hehehe.
Miau pra todos!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ônibus, barco, trem e telmo!



O terceiro dia era para descansar da correria do anterior. Ônibus na porta do hotel, pacote comprado na véspera. Depois soube que tudo podia ser feito via hotel: reserva de restaurante, de confeitaria, de show, de tudo. O passeio incluía city tour by bus, catamarã pelo rio Tigre, trem até San Isidro e a volta até o Obelisco. Nossa guia, jovem e simpática, NÃO FALAVA PORTUGUÊS, só inglês e espanhol, É FISK! Tudo bem, pensei. Mas ficava com aquele complexo de perseguição por ser brasileira... Passamos por outros hotéis apanhando mais gente para o passeio. Muitos gaúchos, percebia-se pelas térmicas com chimarrão.



Ainda paramos próximo à flor de Palermo para uma convenção de ônibus de turismo, alguma esquema organizacional deles. A guia apontava locais, monumentos, conversava sobre a história do lugar, brincava um pouco como de é praxe entre os guias.


Os filhotes absorveram lindamente as informações históricas...

Chegando à cidade de Tigre, embarcamos num catamarã de dois andares e pudemos apreciar a paisagem da cidade de veraneio, repleta de residências estilosas e clubes, todos voltados para a prática de esportes aquáticos.


Meus meninos e a guia Yanina.

Por lá o forte também era o Parque de la Costa, parque de diversões na beira do rio e LOTADO. Domingão, o que se podia querer? Nesse nem pisamos, estava fora do pacote. E eu nem sonhava em enfrentar filas naquele calor...



Próxima etapa, o trem. Grande decepção. Tinha ouvido falar em passeio histórico, algo assim. Vimos somente os fundos das casas dos veranistas, muito mato e nada de explicações de nossa guia... Enfim, ao menos éramos levados, não andávamos.


Trem melhor que o de Maracanaú, claro. Chegada, San Isidro. Estação bonitinha, estilo meio alemão. Lojinhas, restaurantes, nada especial.


A guia falou em meia hora até a partida. Nos preocupamos em comer, e rápido. Acabamos traçando hambúrgueres de llomito (filé) e gaseosas, morrendo de medo de nos atrasarmos e perdermos o ônibus. Foi aí que entrou a ignorância de castellano... A guia havia mencionado uma catedral, mas não absorvi as demais informações: defronte à estação em que estávamos nos entupindo de pão e carne, rolava uma feirinha de antiguidades e, escondida atrás de densa vegetação, havia uma bela catedral, na subida de um morro. Podia ter deixado o rango pra lá e ter ido explorar isso...


Ainda subi às pressas e dei uma vislumbrada no local, com barraquinhas com artesanato em pedra, porcelanas centenárias e outras preciosidades. Danada com a buzina do ônibus, me conformei e partimos de volta ao que pensei que seria o hotel, mas nos deixaram somente no Obelisco, a uns dois quarteirões. O tempo fechou e veio a chuva, pra completar. Nos abrigamos no MacDonald's e tomamos sorvete enquanto o temporal troava. Após um breve descanso no hotel, partimos só eu e Di para um rolé nas proximidades. Os famosos cartões postais: Casa Rosada, Plaza de Mayo, Café Tortoni...


Después nos arrumamos para a ida a San Telmo, local famoso pela feira de antiguidades e pela boemia. A falta de entusiasmo da filha adolescente levou a um atraso fatal que impossibilitou a visita à feira, que se encerrou antes que chegássemos.

Imagem do Google, do que perdemos...

Nos restou contemplar os frequentadores dançando tango na praça, mas sem salamaleques ou arroubos sensuais: o tango de raiz, poderia-se dizer. Aquele ambiente noir velha-guarda, mesclado com jovens hippies embebedando-se (a tchurma lá curte sair com garrafonas de cerveja, vinho ou refri e se instalar nos points, nada charmoso). A pergunta soa: "Onde comer?" Nos viramos pro primeiro lugar próximo à praça, por fora até atraente, mas meio derrubado por dentro. Já enjoada de tanta carne, arrisquei um ravióli de salmão com molho de mariscos, que estava uma delícia(pena a porção minúscula). Por lá experimentamos também as muriçocas portenhas, bem famintas... Caminhamos um pouco atrás de um táxi e deixamos a meninada no hotel para dar mais um rolé na night sem olhares de tédio e reclamações.

Cervejinha e bate-papo antes de cair na cama...

Até a próxima, hermanos!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pendências e tendências

Eu e Suzan na farra pós-festa... a melhor hora, kkkkkkkkk!

Fato: ainda faltam 3 dias de relatos sobre a viagem a B.A. a fazer. Mais fatos: estive bastante envolvida em assuntos familiares/decorativos que me impediram de completar minha primeira missão a contento. Poderia ter resumido tudo num post curto, mas... não sou boa em resumir, gosto de me estender... de detalhar. Detalhes fazem muita diferença pra mim. Por isso mesmo, por essa falta de foco, por diversas vezes me perco na maionese caótica que é aquilo que planejo X aquilo que realizo. Mas foram dias bem ativos, muita criatividade à solta, muita cor, sugestões, encantamento, convivas, bolos, salgados, flores, balões, arroz jogado, velas sopradas, papéis de embrulho, champagne, votos, atrasos, sorrisos, beijos, abraços, idas ao aeroporto, murais de fotos, câmeras amadores, discursos, violino, lágrimas, comilança, velas, máscaras, vídeos, parentes, aderentes e muito, muito calor! No meio disso tudo, ser multimulher é cansativo, complicado e às vezes satisfatório. Mas não sou do tipo de ficar me gabando: "Hoje já fiz isso, aquilo e mais um zilhão de coisas." Não. Gosto de calma. Aprecio o trabalho entremeado de pausas, de reflexões. Não gosto de ser a faz-tudo. Não acho saudável para com os outros. Todos têm de aprender a cuidar de si mesmos, buscar cada um sua fortaleza interior, sua capacidade de lidar com diversas situações. Criar dependentes não é bom. Deve-se estimular a parceria, a colaboração, a ousadia. Claro que alguns têm talentos que são apreciados e requisitados pelos demais. Para esses, minhas palmas entusiasmadas. Posso nunca chegar a ser expert naquilo que fazem, mas procurarei estar antenada e testar meu potencial para tanto. Faz parte da vida, aprender. Gosto de me doar naquilo que sei, mas também gostaria de usufruir daquilo que muitos "travam" dentro de si e não liberam aos demais, por hábito. "Não tenho jeito pra isso, você faz melhor" é a frase mais comum de quem não quer se dar ao trabalho nem se arrisca. Vamos nos arriscar em 2010? Nos doar em nossos talentos ocultos? Botar a mão na massa do inusitado, exercitar o lado do cérebro empoeirado? Boa sorte a todos nós...

sábado, 30 de janeiro de 2010

Mais do dia dois

Ok, atrasos nos relatos... a preguiça está grande, além do fato de eu ter postado a maioria das fotos no orkut. Mas tudo bem, mesmo derretendo com o calor que está fazendo vou continuar minha saga, pois chega de começar e não terminar, tô fora...
A foto acima é do filhote da noite do dia dois, o do zoo. Após aquela empreitada, passamos no Carrefour e compramos água, duas latonas de QUILMES e uma caixinha de alfajores, muito bons, por sinal. Enquanto relaxávamos no friozinho do hotel, o maridão foi à caça de um adaptador de três pinos para podermos carregar câmera e filmadora. Ele chegou com o adaptador e a notícia que todos os shows de tango estavam esgotados(os mais famosos). Parece que um navio aportou lotado de brasileiros ávidos pelo supra-sumo da cultura portenha e só nos restou procurar pelos genéricos... Quando saímos à noite para pesquisar, achamos meio caro e eu ainda duvidava se as crianças curtiriam esse tipo de espetáculo. Acabamos comprando umas empanadas (parecem mini-calzones) quentinhas, pra acalmar minha frustração. Andamos mais um pouco pros lados da Calle Florida (point de compras) e conferimos um outro restaurante com tango famoso de lá (caríssimo tb). Acabamos indo jantar no Paseo La Plaza, um mix de shopping e centro cultural, com vários restaurantes, barzinhos e teatros voltados para o humor stand-up (estilo Seinfeld ou localmente falando, Iran Delmar). Logo na entrada, os artistas vão distribuindo flyers anunciando as atrações da noite. No fim do primeiro corredor, começamos a ouvir música brasileira, vinda de uma loja de cds... Mais adiante, o local se abre em diversos níveis, com jardins agradáveis, passarelas e lojinhas interessantes, de bom gosto.


Essa imagem do google é diurna, na realidade fomos à noite. Parede querida, desculpe, sei que você é brasileira, tijolinho furado ou adobão, não importa, o fato é que eu devia ter nascido argentina, natural de Buenos Aires... Gente, tem teatro demais por lá! A amiga Adri que já foi duas vezes, falou de brechós especializados em figurinos de época, uma coisa! Ai, ai, ai, voltando à realidade de relatora de curta viagem: jantamos muito bem num restô muito agradável, ao ar livre. Pedimos dois tipos de carne, com molhos variados. A grande surpresa foi a cestinha de pães... Como lá não rola arroz nem feijão e já estávamos porraqui de papas fritas, às vezes arriscávamos provar um pãozinho enquanto o rango não chegava, pão esse geralmente frio e duro, com uma manteiguinha ou requeijão. Pois o pão de lá, que chegou e nem liguei na hora, quando "relei" a mão na cestinha, senti a quenturinha... Resolvi pegar, senti a textura macia, meio quebradiça, de pãozinho fresco. Provei, puro. UMA DELÍCIA! Aí vi o patê que acompanhava: uma ricota molhadinha, com ervas... Resultado: DEVORAMOS tudo e pedimos mais. Na hora que as carnes chegaram, era um tal de molhar o pão no molho da carne, rechear o pão com carne, favela total. A-mei. Di-lícia! E com uma boa garrafa de Cabernet Sauvignon, (que acertamos em cheio, estava uma beleza) a noite ficou completa e mandei o tango às favas... Ao fundo se ouvia Beatles de um barzinho bacana cuja programação daquela noite era de covers da banda de Liverpool. dei uma passeada solitária para conferir enquanto esperávamos a conta e fiquei me imaginando na night de lá, com tantas opções maravilhosas (Meu Deus, iluminai-me para que eu fique independente). Passamos numa lojinha que vendia reproduções de fotos clássicas e deparamos com a da Mafalda, muito fofa, igualzinha à Ceci de manhã cedo:


Ela resolveu levar, e eu, um ímã da Frida Kahlo, que não é argentina e sim mexicana... Saímos satisfeitos e Di resolveu tomar uma casquinha no Mac Donald's. Eu e Dani também. Outra gostosa surpresa: a casquinha mista de lá NÃO é de baunilha e chocolate... e sim de baunilha e DOCE DE LEITE! Pense num negócio bão... Ceci não quis e ficou de bobeira na mesa com seu pacote. Depois que estávamos quase no hotel, ela olha pra mim estarrecida e pergunta pela gravura da Mafalda. Eu mandei Diorgens correr com ela pra ver se recuperava. Resultado? Lugar mais limpo... Ela voltou arrasada, e fomos consolá-la dizendo que lá era a terra da dita cuja, compraríamos outra, o que acabou não rolando. Vou comprar cartuchos novos pra impressora e darei um jeito. Bichinha...
Em breve, mais relatos!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CALOR ANIMAL!

Segundo dia, sábado. Devidamente equipados com roupas leves, tênis, câmera e filmadora, saímos para a estação do subte (metrô) da Av. Corrientes, rumo ao zoológico. Recomendado pelo guia e por amigos, a atração soou como ideal para entreter nossos adolescentes... Atravessando a Av. 9 de Julio, paradinha para nos clicar com o obelisco, cartão postal que simboliza o local onde foi hasteada pela primeira vez a bandeira da Argentina.
Pegamos a linha D com destino à Plaza Italia. Acabamos não conhecendo a famosa linha A, a mais antiga da América do Sul. Fica para a próxima. É um transporte bem rápido e fico me perguntando se meus netos um dia usufruirão em Fortaleza desta obra sem fim...


Propaganda no subte. Engraçadinha...


O zoo é bem grande e arborizado. Algumas espécies circulam livremente por lá como as que se vê na foto: atrás junto do pato vemos a mara patagonica, misto de lebre, canguru e veado; na frente do Dani temos o coipo myocastor, por aqui conhecido como ratão do banhado. Não deixa de ser um ratão, apesar de parente do castor. Me dava uma agonia...



O zoo de B.A. tem muitas espécies de bichos que não vemos normalmente no Brasil, talvez só nos circos. Ele tem um aquário com pinguins, uma gruta com um urso polar, um tanque com lobos marinhos (focas), suricatos, elefantes, girafas, rinocerontes, hipopótamos, reptiliário com cobras e lagartos, babuínos, leões e outros felinos exóticos. Por conta do calor e do horário infame que fomos, quase meio-dia, muitos bichos estavam dormindo na sombra de suas tocas, meio prostrados. Por lá se vendia baldinhos com alimentos para oferecer aos animais, e esses aí eram os mais afoitos, não saíam de perto da grade. Bem mansinhos, os cervos comiam na mão dos visitantes...


Na Floresta Subtropical, prédio que abrigava um museu de insetos (todos mortos), encontramos também um cenário meio Indiana Jones, com pontes suspensas e grutas com morcegos, nichos com aranhas e sapos. Uma cachoeira de mentira tornava o ambiente úmido e abafado, um pouco menos causticante que o exterior.

Foi um passeio bem cansativo, por conta de um cine 3-D que fazia parte de nosso pacote e que acabamos nem assistindo... As sessões aconteciam de uma em uma hora, e sempre nos atrasávamos e a sessão lotava. Nessa história, ficávamos indo e vindo pelo enorme zoológico tentando chegar a tempo, para ao final de mais uma tentativa lograda a atendente, ao vislumbrar o tamanho dos meninos, disse que a atração era mais apropriada a criancinhas pequenas... Se soubéssemos disso logo na entrada, teríamos dispensado e comprado ingresso para o show didático com os lobos marinhos (brincadeiras dos treinadores com as focas), muito mais interessante e refrescante, com possibilidade da água respingar na gente... Mas não deixamos de ver as bichinhas nadando, muito satisfeitas da vida.


Por lá almoçamos fast-food e esgotamos nossas energias... Voltamos ansiosos pelo ar condicionado do hotel, Buenos Aires em Janeiro é um forno, gente! Até breve com o próximo capítulo...


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

La partida


Saímos de Fortaleza pela manhã, de café tomado em casa. Me preocupei principalmente em estar mais ou menos elegante, para não contrastar com as portenhas... Fiz Ceci calçar suas sapatilhas mais femininas e fiquei munida de casaco e cachecol, pensando no frio do avião. Sabia que em B. A. o calor estaria forte, mas me confiei nos ambientes refrigerados na chegada. E lá fomos nós...


Descolei esta simpática caroneira de ombro, misto de Danda e Lívia. Comissárias de bordo um pouco impacientes, avião lotado... Comemos nossas bolachinhas e cookies com suco e caímos no sono para fazer a digestão (eu, pra esquecer das turbulências).
Aeroporto lotado em Sampa na conexão, daí tivemos que pegar ônibus pra chegar ao terminal para o almoço antes do novo embarque.


Pensamos que o tempo seria mais longo, mas foi só a conta pedirmos e engolirmos a refeição antes de embarcarmos para a Argentina. Ao menos não precisamos andar com as malas, que foram automaticamente enviadas para a aeronave seguinte.

A idéia das sapatilhas para Ceci não foi tão boa, ela sofreu com frio nos pés a viagem toda! Certo momento já não encontrava posição pra dormir... Ao menos no caminho pra B.A. rolou um sanduichinho pra aplacar a fome. Engatei a leitura do SÍMBOLO PERDIDO, alternando com cruzadas e a revista de bordo.

Na chegada, uma pressa tremenda, não me lembro por quê. A lembrança mais nítida foi um outdoor imenso na saída do Aeroporto de Ezeiza d'O FANTASMA DA ÓPERA! Fiquei dando gritinhos de entusiasmo. Estava prestes a deixar de comprar qualquer souvenir ou fazer dieta pra poder comprar um ingresso...

No caminho do Aeroporto de Ezeiza para a capital Buenos Aires, me encantei com a fachada impressionante de um templo mórmom e com o topo de uma sinagoga, apertada entre prédios... Essa última não encontrei imagens pra mostrar. O templo tive que catar no google, pois o taxista caladão ia a 130 km por hora na via expressa. Ainda paramos em três pedágios antes de chegarmos ao nosso destino.


Por fim, depois de nos acomodarmos no Hotel Ibis (que apesar de agradável e novinho não dispõe de frigobar), de tão cansados que estávamos, optamos por jantar (bife de chorizo, papas fritas e pizza de calabresa) e ir dormir. Não sem antes tomar uma geladinha portenha...


Cecília não gostou da mussarela argentina... A QUILMES não estava geladíssima mas deu pra relaxar um pouquinho e preparar o ânimo para o dia seguinte.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Volver


De volta de Buenos Aires. Muitas experiências a compartilhar, muitas saudades da terrinha e quilos a perder... Em breve darei início aos relatos da viagem em doses homeopáticas (para evitar textos grandes e tediosos). Adianto que foi muito bom, apesar do calor e da inexperiência no trato com a língua e com os nativos, rs. Muita riqueza cultural, charme e CARNE! Só faltou um arrozinho, um feijãozinho, uma farofinha(falo pelos filhos adolescentes)... Aguardem demais detalhes, muchachos!
Besos