BEM-VINDOS, TIJOLINHOS!

Vamos construir juntos esse espaço de convivência e troca de figurinhas sobre artesanato, cinema, livros, decoração, filhos, jardinagem, horticultura e tudo mais de bom que possa surgir!


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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Coisinhas que deram certo!

Olhaí, Margareth e Eva! Escorredores quebrando galho e organizando armário... Gostei do resultado!

Por aqui nos supers encontramos uns balaios chamados "Feirinha Plasútil". Num desses vi dessas caixinhas plásticas etiquetadas como "porta-sabão em pó". Não deu outra, pensei logo nas revistinhas amontoadas dos filhotes...


Comprei todas que encontrei, seis! Se encontrar mais, termino minha arrumação... Também gostei do resultado! A gente acerta vez em quando, hein?

quarta-feira, 10 de março de 2010

A Cleópatra o que é de Cleópatra


Assisti em algum programa norte-americano ou li em algum lugar, não recordo, sobre uma celebridade que comentava detalhes sobre a vida pós-matrimônio. Ela enfatizava aspectos sobre papéis a serem desempenhados, e dirigindo-se às mulheres em geral, alertou: "NUNCA LEVEM O LIXO PRA FORA! " É mais ou menos assim: se você cumprir alguma tarefa específica, ficará condenada, o parceiro jamais se prestará a realizá-la e pode vir depois com o papo que você faz melhor, tem mais jeito, algo que já comentei por aqui. A celebridade era uma comediante e em geral falam fazendo piada de tudo, mas... tem um fundo de verdade nessa gracinha.
O amor é lindo e durante o namoro, se você não for uma patricinha total, berço de ouro e tal, se dispõe a brincar de casinha com o namorado. Compra objetos de decoração para o apartamento clean do amado, aparece com um peixinho num aquário para encher de vida o local, ensaia os primeiros quitutes para surpreendê-lo, rindo juntos os dois se queimou ou ficou salgado (love total). Num dia de tédio em que você está sem nada pra fazer, de bobeira cuidando do apê do boy que está viajando e vive bagunçado (faxineira uma vez na semana), você resolve fazer uma boa ação e arrumar a papelada dele (tadinho, trabalha tanto, não tem tempo nem cabeça). Se mete então a arquivista, compra fichários e aí vira oficialmente a secretária para esses assuntos organizacionais. Depois de anos de namoro e casamento, a bagunça não muda, mas a disposição dela sim... Primeiro: desiste de tentar entender as mil formas de classificar documentos. Segundo: por mais que tente expurgar o desnecessário, desiste depois que um dia sumiu um papel que foi depois procurado pelo adorado no meio de um ataque de nervos, com direito a chutes em gavetas e com aquele comentário que mata:"Eu tinha deixado isso bem aqui e tiraram do lugar!" Compreendam "bem aqui" como no topo de uma pilha de documentos aleatórios... E o tiraram, pois é, é você mesma, a terrível causadora do conflito por ter um dia se metido na bagunça alheia. Em defesa do querido, ela entende que todos temos direito a nossas bagunças privativas. Mas convivendo no mesmo espaço abajures craft e partes de carburadores, surge um momento de revolta, principalmente quando as sutis mensagens subliminares não são compreendidas (você joga tudo numa caixa e despeja no sótão, sem aviso). A mãe já a havia avisado: "Não pergunte, dê um fim na tralha e ponto final!" Mas ela é uma romântica e também gosta de guardar recuerdos, mas do tipo mais sentimental que burocrático, em caixas específicas para tal, com etiquetas, por ordem de datas, com comentários escritos no verso... Por isso ela ainda pede, de vez em quando, que ele se interesse pelos próprios comprovantes de vida e de trabalho, já que no final, ele é o especialista naquilo e sabe mais que ninguém o que merece ficar e o que deve ir pra reciclagem, sem comprometer o visual do quarto de dormir. O recado foi dado, garotas: cuidado com os primeiros gestos de boa-vontade! Acordos bem estabelecidos desde o princípio e ninguém poderá abrir a boca pra dizer que foi explorado ou coagido. E com licença, lá vou eu de volta aos arquivos X, Y, Z...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Em processo



Entre outras atividades nesta semana, resolvi dar um up no atelier. Enjôo muito fácil do antigo, e neste caso específico, bota antigo nisso... Depois de oito anos na mesma casa, aos poucos vamos dando nossa cara a ela, com reformas estruturais e pintura. O antigo escritório, que hoje é meu atelier ou craft room (ainda vou batizar o bichinho), já tinha sido dependência de empregada da antiga proprietária, que foi quem instalou a estante king size. Depois de defenestrar 99% da parafernália eletrônica do maridão (que agora tem um espaço bem mais claro e arejado para trabalhar, com a nova extensão do quarto), estou conseguindo organizar meus materiais diversos, mas algo ainda não me fazia feliz... Além do aperto (isso ainda vai demorar um pouco), a aparência de escritório devido ao laminado de cerejeira da estante não me despertava a criatividade. Preciso de uma tela em branco, literalmente. Já disse que os cupins-broca estão comendo o móvel aos pouquinhos? O mesmo está rolando com os armários do quarto, e eu e o marido já havíamos combinado que os bichinhos poderiam se fartar à beça até o móvel se acabar, para enfim fazermos os novos, à nossa maneira. Pois bem, quando pintamos o quarto de branco, para homogeneizar tudo o marido revestiu os armários de contact da mesma cor. Melhorou o aspecto e deu uma suavizada no astral do ambiente. Com o atelier, não achei tão vantajosa a idéia porque o gasto seria grande e a pintura dá um aspecto mais artesanal, com suas imperfeições na tonalidade. Enfim, já comecei a dar minhas pinceladas e posto o resultado em breve. Por enquanto, o "antes"...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Assim, sim

Eu acredito nessa frase. Lembro quando criança ter ganhado um jogo de sala de boneca não da estrela, desses mais povão mesmo, com materiais como madeira, arame encapado e napa. Gostei mas quase imediatamente desmanchei alguns itens como a penteadeira(é o novo!) e coloquei o espelho separado, arranquei um braço de poltrona e fiz um cabide e por aí vai. Imprimi meu toque pessoal ao brinquedo e fiquei muito satisfeita. Gosto não se discute e devemos prezar pelo nosso bem estar, físico e mental.
Eu faço à minha moda - Clique e participe!
Esse blog é maravilhoso e nunca oferece fórmulas prontas. A dona, Daniele Sinhorelli, é costureira de mão cheia e produz peças lindas e únicas, e envereda por diversas outras técnicas também... Ela inspira e divulga outras fontes de inspiração que nos leva a ousar naquilo que nos fascina e exercitar aquilo que já dominamos. Divulgo agora seu emblema, que deve ser de todas nós!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Opções demais, pouco espaço!


Tenho uma febre por novidades. Gosto de explorar uma idéia interessante, criativa, ver se sou capaz de executá-la. Às vezes penso que se ficasse sem net por muito tempo poderia vir a criar da minha cabeça muita coisa, sem estar eternamente plugada nas inspirações alheias... O fato é que sou uma colecionadora de idéias e acabo adquirindo muito material necessário para a execução das mesmas, seja comprado ou a sucata propriamente dita. Conquistei meu espacinho há pouco tempo, onde ficava o antigo escritório da casa. É um espaço pequeno e apertado, devido a dois fatores: a antiga dona, que projetou as estantes, as fez com muita profundidade (46 cm) e com o leva e traz de móveis do antigo escritório do marido, resolvemos enfiar uma mesa grande no local, que impede a total abertura da porta. Resultado: me sinto numa lata de sardinhas, mas dando graças a Deus por que só quem pode fuçar naquela bagunça sou eu... (apesar de vez ou outra meus materiais se tornem indispensáveis para os menos precavidos ou esquecidos de plantão). Temos uns cinco camburões de lixo grandes, de plástico, que usávamos como contêineres para água da chuva ou para tranqueiras em geral. Hoje são utilizados para separar materiais recicláveis: plástico, papel, metal e vidro. Já fizeram parte desta lata de sardinhas, mas agora coloquei-os no corredor lateral da casa, a fim de poder mexer as pernas em baixo da mesa! Enfim, guardo bandejas de isopor, embalagens reutilizáveis em geral, garrafas (sonhando com meu cortador) e planejo utilizar tudo isso, produzindo arte utilitária. Sou muito fã de sites de organização também e estou prestes a encontrar o método que melhor se adapte às minhas pretensões de manter essa oficina de idéias criativas. Chega de bagunça!